sexta-feira, 15 de março de 2013

Caos em Porto Velho

Caos em Porto Velho: 
Cidade com duas estações bem definidas: Lama e Poeira

           Em Porto Velho de Novembro a  Maio enfrentamos fortes chuvas e neste período, devido ao caos que temos nas ruas, com buracos, mato no lugar das calçadas, sujeira por todos os lados, neste, a contribuição da população é bastante significativa, mas nada justifica o descaso das autoridades públicas. 
        As obras neste cidade quando não para por conta da chuva, para por ação do ministério público, mas suas investigações nunca chegam a lugar nenhum, no máximo gera  mais transtornos e mais custos para o município, pelo menos nunca se ver empreiteira ou político sendo, de fato, presos ou devolvendo o dinheiro com juros. 
       Então é melhor culpar a chuva que não tem como controlar, o prefeito atual, que colocou o Irmão, nada de nepotismo, é pura competência, como secretário de obras já chegou com a frase: "se tem uma coisa que não combina é chuva e obra" esta frase poderia ser aceita no nordeste onde chove pouco, mas no Norte é preciso se utilizar tecnologias que permita realizar obras independente do sol ou da chuva, será que não existe?
        Já na segunda estação, a Poeira, não se pode abrir uma janela ou o vidro do carro, pois logo ficam impregnados de sujeira, mas ficamos felizes, pois as ruas são completamente refeita com um asfalto de qualidade e todos os buracos são tapados, pois só não foram feitos antes por conta das chuvas, você acreditam? Não claro que não, pois tudo continua como se estivesse no período das chuvas, com obras paradas, matos nas causadas, descaso dos Órgãos fiscalizadores e da prefeitura, ambos sempre de mãos dadas, e nada muda.
        Afina qual a diferença de uma estação para outra? Simples: Na chuva temos que andar de canoas nas ruas, em alguns bairro até dentro de casa e na Poeira temos que andar com uma máscaras no nariz e pouca e nada de roupas brancas, pois estas ficam amarelas antes de chegar no ponto de ônibus.
         Quanto a atuação dos prefeitos e Órgãos fiscalizadores não conseguimos perceber nenhuma diferença nem com a estação e nem com a mudança de partido, ainda precisaremos continuar pesquisando, de lupa, para tentar identificar uma mínima diferença que seja.
          E quanto a nós, população? Também poucas diferenças, para não dizer indiferenças. Nenhuma manifestação, votando por interesses individuas: da associação de bairro, passando pelos representantes de classes até aos mais altos cargos políticos. Neste caso uma transformação cultural precisa acontecer, mas a história nos ensina que toda mudança neste sentido envolve muito sacrifício, mas vamos começar por um bem simples: Vamos aprender a abrir mão dos interesses individuais pelo interesse coletivo que, sem dúvidas, vamos conseguir ver mudanças e quem sabe, até afastar o caos que acompanha a todos nós de Porto Velho. 


Renato Santos



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